A felicidade é o cúmulo da mediocridade

Franciane Ulaf

Felicidade e mediocridade

Quando toco nesse assunto, muita gente me olha com aquela cara de “o que é que você está falando? Você está maluca?”. Nossa sociedade é viciada em felicidade. Aprendemos desde cedo que nossas decisões na vida devem ser tomadas baseadas no potencial que as escolhas à nossa frente possuem de nos proporcionar uma vida feliz. Com quem vou me casar? Vou ter filhos? Que profissão vai me realizar mais? E por aí vai. A cada passo que damos, supostamente devemos fazer a matemática da felicidade em nossa mente e analisar qual opção tem maior potencial. Ficamos furiosos quando, depois de um tempo, descobrimos que a escolha que fizemos não era a que trazia felicidade, mas, sim, a outra de que abrimos mão.

Esse raciocínio está tão impregnado em nossas mentes que temos muita dificuldade em percebermos toda sua armadilha e decepção. A reação natural quando toco nesse assunto é o questionamento contrário: “Então, se não vamos procurar a felicidade, vamos fazer o que? Procurar a infelicidade? Aceitar uma vida que não queremos? Qual o propósito disso?”.

Esse raciocínio provém da noção de que se não buscarmos a felicidade na vida, então nada nos sobra. Bom, vamos pensar um pouquinho aqui com lógica, ok?!

O que é realmente essa tal de felicidade? Não de uma forma concreta, mas o que as pessoas estão buscando quando elas medem alternativas tentando descobrir qual delas as fará felizes?

Conforto, ausência de problemas e desafios, alegria, tranqüilidade, paz… Humm… Parece ótimo, não? Do ponto de vista social, o final feliz é esse, não é mesmo? Mas você já parou para pensar que não há final algum? Não há final feliz, nem triste, não há final até que sua própria vida acabe! Nossa vida não é um filme que acaba depois que alcançamos nossos objetivos. Então por que tanta gente persegue “sonhos” como se estes carregassem seus finais felizes?

Mas vamos um pouco mais fundo… Que vidinha mais medíocre essa feliz, hein? Nenhum problema, nenhum desafio, só alegria, só conforto, só paz, só tranqüilidade… O quanto demoraria para você se sentir infeliz com toda essa felicidade?!

Mas, então, você está dizendo que deveríamos ser infelizes?

É aí que muita gente não entende exatamente o que é que estou falando…

Felicidade ou infelicidade são percepções do ego. Falamos sobre isso no artigo da semana passada, mas percebi pelos comentários que muita gente não entendeu direito o que eu quis dizer…

Nosso lado egoísta, aquele que tem vontade, que quer as coisas, é que quer ser feliz. Nosso ego não gosta de nada que atrapalhe seu prazer. Se dependesse do nosso ego, ficaríamos em casa o dia inteiro sentados na frente da TV, comendo pipoca e pizza e só levantaríamos para fazer coisas que também são prazerosas. Jamais aceitaríamos qualquer situação que nos proporcionasse qualquer tipo de desconforto a não ser que visualizássemos um benefício futuro resultante do sacrifício de abrir mão do próprio prazer.

Como a maioria das pessoas não pode se dar ao luxo de só fazer o que quer de acordo com suas próprias vontades, elas desgostosamente fazem os sacrifícios que a vida lhes impõe, mas seu “sonho” é voltar à condição de prazer máximo. É por isso que buscam a felicidade com tanto ardor. O que elas querem, na verdade, é eliminar todas as atividades que a vida lhes impõe para que elas possam, então, desfrutar de tudo de bom que a vida tem a oferecer.

Muitas pessoas erroneamente interpretam a filosofia Carpe Diem dessa forma. O motivo é que simplesmente não entendem o que poderia haver na vida além de buscar a própria felicidade. Esse raciocínio, como eu mencionei, é resultado de uma vida inteira tendo essa idéia martelada na cabeça, assistindo a filmes de Hollywood que mostram exatamente esse conceito – o filme sempre acaba quando o herói finalmente conquista seus objetivos e, então, se supõe que depois do final da história ele viveu feliz para sempre.

A minha percepção sobre esse assunto é altamente influenciada pelas diversas teorias orientais que abominam o ego e suas vontades e também pela ocidental conscienciologia*, criada por Waldo Vieira.

Esse meu background me leva a crer que não viemos a este mundo para curtir a vida e sermos felizes, mas, sim, para evoluir e ajudarmos uns aos outros. Dentro dessa perspectiva, a felicidade parece ser uma grande perda de tempo, um poço sem fundo de mediocridade.

Acredito que temos uma programação de vida, uma missão (ou várias!) e que a realização desse propósito não envolve conforto, alegria ou tranqüilidade. Quem sente essas emoções é o ego, justamente a parte de nós que não está a fim de cumprir missão alguma, está a fim de ficar quieto, sem ser perturbado, ou melhor, a fim de só curtir a vida no maior conforto. O ego não gosta de nada difícil, evidentemente! “Difícil” envolve desconforto, desafios e muitas vezes sacrifício sem benefício do final das contas. O ego não quer saber desse tipo de coisa, ele só topa o sacrifício se estiver de olho no benefício de que vai usufruir quando tudo terminar.

O próprio conceito de “evolução” carrega inerente consigo uma interpretação de benefício. Porém, muitos de nós, na condição de seres humanos sem visão de conjunto alguma, não conseguimos ver os benefícios reais. Nosso ego, por sua vez, não topa desafio algum se não for para ganhar algo em troca de todo o sacrifício. É por isso que muita gente simplesmente não entende porque precisamos abrir mão da felicidade, ou melhor, do impulso de buscá-la a qualquer custo. Nossa sociedade está tão impregnada com a idéia de que se não há benefício, não vale a pena, que muita gente não consegue deixar cair a ficha.

Não é uma questão de ser infeliz, não é isso que estou defendendo! A minha posição é que se preocupar com felicidade ou infelicidade é uma atividade puramente egoísta. O que defendo é não se importar com felicidade ou com infelicidade, simplesmente fazer o que tem que ser feito e ponto final. É difícil? Ok. Vou ter que fazer sacrifícios sem benefício algum? Ok. Viver seu propósito de vida requer esse tipo de postura. Não acredito que a felicidade seja o propósito de ninguém! Se fosse pra ser fácil, você não estaria neste mundo! Você já pensou nisso?

O negócio, então, é aceitar a dificuldade sem reclamar, sem ficar dizendo com aquela voz chorona: “Mas não é fácil!” – por que deveria ser?

Ao aceitar o que vier, encarar as dificuldades, vencer os desafios sem fugir deles, sem ficar tentando eliminá-los porque você quer ser feliz, porque quer sombra e água fresca, você encontrará sua força interior. É só a partir daí que você pode realmente viver seu propósito de vida!

*Não confunda Conscienciologia com “cientologia”, a tal religião dos famosos como Tom Cruise e John Travolta. A Conscienciologia não é uma religião. Se você quiser mais informações, visite o site https://conscienciologia.org.br/

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42 comentários em “A felicidade é o cúmulo da mediocridade”

  1. Incrível como as coisas são. Realmente esse é o pensamento mais lúcido que já tive contato. Faz muito sentido para mim. A paz e a tranquilidade da vida se resumem em viver porque… sim!

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  2. Parabéns pelo artigo. Acredito piamente nesta teoria. O problema é que vivemos num mundo (sociedade/homem) tão condicionada, que acabamos concorrendo com nós mesmos.
    Tenho 39a, e estou passando exatamente por este questionamento. Ou seja, chega de correr e correr. Quero entender de onde vem esta inconstância emocional, financeira e ansiedade. Quero viver com mais Paz espiritual e emocional, inidiferente da vida financeira e afetiva.
    No próximo dia 16/set estou indo participar de um trabalho/retiro muito sério e conhecido mundialmente. São 10 dias afastados da sociedade, técnlogia, livros e boa vida. Sei que não será fácil, mas é exatamente isso que está me atraindo. Somente conhecendo meus limites que me conhecerei melhor. Se alguém quiser informações sobre este trabalho acesse http://www.dhamma.org . O curso é gratuito porém extremamente exigente.

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  3. Olá…
    Na minha opinião esse pensamento é primario
    é óbvio que a vida não tem final feliz ou infeliz…
    ainda tem gente que pensa assim??? A felicidade vc tem que buscar sim e ela está em coisas pequenas em levantar cedo e ver,reparar e agradecer o sol maravilhosamente brilhando,em estar com as pessoas que vc ama , em ajudar alguem , em se doar….Essa é a felicidade, é a minha felicidade e é o meu proposito….procurar a felicidade, ela não vem ate vc…. tenho meus objetivos…..nos vivemos em um mundo capitalista e somos influenciados por isso
    é inevitavel o que podemos fazer é ter uma visão diferente e procurar o que nós faz bem independente do que seja…..

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  4. Dominick, acho que você não entendeu direito o que a autora quis dizer!
    Você pergunta, ainda tem gente que pensa assim? E você acha que não?
    A maior parte das pessoas passa a vida comparando alternativas para ver se escolhem aquelas que as farão mais felizes e arrependidas quando percebem que escolheram a alternativa errada, aquela que trouxe menos felicidade… As pessoas fazem isso com relacionamentos amorosos, profissão, filhos, atividades, tudo… Todas as escolhas na vida da maioria das pessoas é um jogo de gato e rato atrás da felicidade e você pergunta se tem ainda gente que pensa assim? Bom, na minha opinião, quase todo mundo…

    Não leve para o lado pessoal, mas não concordo com a outra parte do seu comentário também… a de que a felicidade está nas coisas simples da vida. Esse pensamento pra mim é bem politicamente correto, bem típico da nossa sociedade que é sim capitalista e egoísta, mas que tampa o sol com a peneira com idéias como essa, a de que a felicidade se encontra nas coisas simples e pequenas.

    Eu concordo com a autora de que procurar a felicidade é besteira e que a gente tem que cumprir a nossa missão de vida custe o que custar, com sacrifício ou sem sacrifício, fácil ou difícil, sem classificar ou se importar com essas coisas. Simplesmente fazer o que tem que ser feito e ponto final como ela mesma diz.

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    • Concordo plenamente com a autora, a busca da felicidade é uma grande enganação! É a nossa maior fonte de angústia,de infelicidade, depresão e de tantos outros fantasmas que nos assombram diariamente! Agora, devemos reconhecer que não é fácil simplesmente jogar pro ar tudo que nos foi ensinado desde criança e enfiado guela abaixo pela mídia ser arrancado nós de uma hora pra outra por novos conceitos!
      É necessário muito estudo, muita vontade e persistência e um acreditar profundo na existência e no volor do próprio eu! Essa sim é a verdadeira luz! É ir de encontro ao seu Deus maior, onde mora o verdadeiro poder da riqueza, da sabedoria e da paz! Aí sim nos sentiremos capazes de dar as mãos sem haver cobrança, é um fazer por amor e nada mais! Estou neste caminho, vos digo, só o fato de ir nele já é um grande passo! Abraços, Martha Brasil

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  5. Parabéns!! texto muito bem escrito e perceptivel sua analise quando comparado com nossas atitudes e estilos de vida, isso é realmente aplicavel em garnde maioria dos seres humanos…

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  6. PARABÉNS PELO ARTIGO.RECOMENDO A LEITURA DO LIVRO O FATOR EGO (Como o Ego pode ser seu maior aliado ou seu maior inimigo )de DAVID MARCUM E STEVE SMITH.Até o próximo artigo!

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  7. Lendo o artigo, lembrei me de uma oração que aprendi quando fui Oficial do Exército Brasileiro.
    (Esta oração foi encontrada por um General francês no bolso de um Pára-quedista morto em ação.)

    Dai-me, Senhor meu Deus, o que Vos resta;
    Aquilo que ninguém Vos pede.
    Não Vos peço o repouso nem a tranqüilidade,
    Nem da alma nem do corpo.
    Não Vos peço a riqueza nem o êxito nem a saúde;
    Tantos Vos pedem isso, meu Deus,
    Que já não Vos deve sobrar para dar.
    Dai-me, Senhor, o que Vos resta,
    Dai-me aquilo que todos recusam.
    Quero a insegurança e a inquietação,
    Quero a luta e a tormenta.
    Dai-me isso, meu Deus, definitivamente;
    Dai-me a certeza de que essa será a minha parte para sempre,
    Porque nem sempre terei a coragem de Vo-la pedir.
    Dai-me, Senhor, o que Vos resta,
    Dai-me aquilo que os outros não querem;
    Mas dai-me, também, a coragem
    E a força e a fé.

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  8. Olá, Fran,
    suas colocações são bastante lúcidas. Nietzsche, já no século XIX, ensinava: “viver é estar em permanente tensão entre o apolínio e o dionísiaco; somos responsáveis por nossas escolhas; o ser humano é movido por objetivos, desafios.”
    É isto que nos faz feliz: a sensação de tê-los atingido – de forma sensata – e contribuído para o crescimento de outras pessoas…

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  9. Felizes os que entregam sua vida nas mãos do Senhor, pois Ele a proverá de tudo oque lhe couber.
    Somos criação e criaturas. É inconcebivel que o Criador nos tenha criado para sermos infelizes. Como ama-lo ? Como servi-lo ? Nossos propositos de vida, nos são apresentados desde muito cedo, seguir ou não, alcançar ou não, depende da fé que depositamos no Pai.

    Parabéns pela Oração, Reinaldo, principalmente por :

    Dai-me a certeza de que essa será a minha parte para sempre,
    Porque nem sempre terei a coragem de Vo-la pedir.

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  10. O que nos deixa infelizes tb é a comparação:sim, a comparação do que temos com que os outros tem, o que somos e os outros são,o que fazemos e o que os outrs fazem.Parece que sempre a “grama do vizinho é mais verde que a nossa”.O que é isto? eu falo por mim, talvez seja inveja, ou egoísmo, sei lá.Eu só quero é ser feliz!

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  11. PARABÉNS!!!!!!!
    EXCELENTE ARTIGO E ESTRONDOSO PONTO DE VISTA , MUITO PROFUNDO E COM UMA BASE MUITO LÓGICA E COGNITIVA, QUE SER HUMANO POSSUI E COMO TAL SE DEIXA ENGANAR PELOS SEUS PRÓPRIOS PRAZERES ERRÓNEOS E PELA QUAL PODEMOS AFIRMAR QUE É O PRINCIPAL CANAL PARA ATINGIR A PREGUIÇA !!!!…
    OU SEJA O SER HUMANO DEVE TER SIM UMA FELICIDADE MAS FUNDAMENTADA NO PRAZER DE PARTILHA E AJUDA COM OS OUTROS SERES HUMANOS E A TRABALHAR E OCUPAR O TEMPO DA FORMA MAIS ÚTIL PARA NÃO FICAR LOUCO , POIS NO FUNDO O SER HUMANO INTERPRETO-O COMO UM RESOLVEDOR DE PROBLEMAS !!!!!!!!
    ISSO É O MEU PONTO DE VISTA E CLARO SIGO E PERSIGO DANDO ÊNFASE ÁS PALAVRAS DO TEXTO EM EPÍGRAFE ” O próprio conceito de evolução carrega inerente consigo uma interpretação de benefício, porém, muitos de nós, na condição de seres humanos sem visão de conjunto alguma, não conseguimos ver os benefícios reais ”

    DEIXO ESTE PEQUENO DETALHE DA VIDA QUE COMPLEMENTA O QUE TERMINO DE LER:

    ” Assentar tijolo!!!… é uma coisa !!!… levantar paredes ou construir paredes é outra coisa !!!…
    Mas construir uma CATEDRAL !!!… É digno de quem deve sentir Orgulho na sua vida , por realizar tal trabalho utilizando a sua habilidade em sua vida!!!
    Para sentir a verdadeira Paixão de VIVER !!!…”

    MEUS SINCEROS PARABÉNS E BEM HAJA QUEM TEM TAL NOBRE PENSAMENTO !!!!!!!!!

    ANTÓNIO OLIVEIRA

    Responder
  12. Querida Fran!

    Gostei muito do texto, e esta realmente relacionado com aquilo que penso e vivo no meu dia-a-dia, mas como vc mesmo coloca, as pessoas não aceitam muito esse tipo de pensamento e filosofia de vida.
    Gosto muito das matérias e dos assuntos que vc aborda.

    Grato!

    Agenor

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  13. O artigo está excelente! Essa também é a minha teoria. Mas entendo q a verdadeira felicidade é justamente VIVER SEU PROPÓSITO com plenitude, intensidade. Felicidade pra mim é estar no lugar certo, fazendo o que você nasceu para fazer: Sua missão de vida. E não essa cultura de prazer a qualquer custo e evitar a dor, de satisfação imediata e rápida. Muito bom ver escrito algo que reflete meu pensamento. hehehehehe…….

    Responder
  14. Incrível, trasnparente a forma que traçou esta linha de pensamento, sendo assim, acredito que nem todos conseguem entender verdadeiramente o significado de cada palavra escrita, e que para muitos existe a necessidade do uso de um dicionário constantemente……….

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  15. OI fran, bom conhecer vc…
    O fato de sentir-se feliz ou infeliz depende de si próprio. Acredito que a verdadeira felicidade,a verdadeira paz e segurança só encontramos em meio as turbulencias da vida diária e mais, dependendo do Estado de vida interno do individuo ele será capaz de sentir-se feliz no inferno. etc.etc.etc…

    Responder
  16. Muito legal esse texto, ainda não tinha pensado sobre esse ponto de vista…
    A gente acha que nosso único propósito na vida é encontrar a felicidade, como se isso fosse acabar em um final feliz, em um pote de ouro no final do arco-íris..rs
    Acho que o mais importante mesmo é seguirmos com as nossas vidas, fácil ou não, sem ficar nessa perseguição sem fim da felicidade. Acho que o mais legal é justamente os desafios, essa sensação de ser útil, de ajudar alguém. Acho que seria muito entediante se não tivéssemos que correr atrás de mais nada, sem ter a chance de melhorarmos cada vez mais como seres humanos.

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  17. Entendo seu posicionamento, mas jamais devemos desasociar felicidade da vida humana, nem desestimular sua busca, não com com sentido egoista ou como unico foco da vida, mas como consequencia de nossas escolhas e de nosso estilo de vida. aí serei feliz, nao porque foi minha busca desenfresda como como resultado de ser util socialmente e pessoalmente.

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  18. Oçá Fran,

    excelente a abordagem do texto. suas digressões são excepcionalmente pertinentes.
    Quero saber se existe alguma objeção sua, caso eu queira postar fragmetnos de seu texto em meu Blog

    O Olhar de Carpe Diem para o Século XXI

    http://carpediem-hod.blogspot.com/

    Adredeço desde já se a sua resposta for Negativa!!

    Forte Abraço!!

    ALôha!!!

    Hod / Halley

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  19. olá a todos,
    achei um pouco intrigante esse artigo,porém salutar,eu vejo a coisa dessa maneira:resumindo em 03 perguntas: quem é você? se você se conhece pelo menos um pouco e se estima é provável que venha a ser feliz independente de qualquer coisa ou obstáculo.o que você faz aqui? tem consciência de sua presença aqui na terra, se afirmativo é bem provável que venha a ser feliz,embora ela se resuma a momentos.Pars onde está indo? se você sabe o que quer e sabe a direção,tem um foco a felicidade não é um fim mas o começo.e no final tudo se resume a escolhas que fazemos na vida.e tudo tem seu preço, seu sacrifício, a vida cobra por isso.

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  20. Fran,

    Minha flor

    Sinto ser bastante próprio, autêntico e sincero este seu artigo, já que a espontâneidade é um “artigo” meio raro nestes dias.

    Parabéns por sua busca de lucidez e partilha de opiniões, afinal ” A vida é partilhar!”

    Fernando

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  21. Olá, Fran!
    Você tem uma visão muito diferente do que é tachado como conceito definido para a grande maioria das pessoas. Se colocado esse assunto em pauta, isso gera discórdia, mesmo antes de se dar a oportunidade de saber para entender o que de fato é.
    Seu artigo é sem dúvida mito precioso. No meu caso, deu nome aos bois, pois tenho vivido assim a muito tempo sem ao menos saber bem o que era.
    Agradeço por ter me orientado um pouco mais e esclarecido algumas dúvidas neste meu estilo de vida!

    Um abraço:

    Elizabeth.

    Responder
  22. A preocupação com a felicidade nos torna infelizes. Viver buscando o prazer levianamente é como tentar matar a cede com cerveja, vc fica cada vez com mais cede. Por mais paradoxal que pareça a preocupação com a felicidade gera infelicidade ao passo que o esforço direcionado pode nos deixar a cada dia mais felizes.

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  23. Pensando em felicidade depois de ler, fica uma indagação. O que é mesmo felicidade? Mas, temos conhecimentos que não existe felicidade completa, mas momentos felizes. É isso aí, temos é que viver e viver bem, pois a vida é uma junção de tudo.

    Responder
  24. Achei mto bom ter chegado até a mim esse texto nesse momento onde estou passando por situações um tanto complicadas. Mas ter o conhecimento não é tão difícil, realmente o vc fala tem sentido, mas vc consegue praticá-lo???
    Vou ler e reler de novo e refletir sobre essa visão da felicidade,se eu não conseguir… valeu do msm jeito.

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  25. Excelente texto, excelentes comentários, ao lê-los, chego a conclusão que assim como cada um é único, o conceito de felicidade também é inerente a cada um. Mas de uma coisa tenho certeza, felicidade não é ter, senão poderíamos adquiri-la no mercado mais próximo. Felicidade é ser, dar, viver, fazer, e muito mais. Todos verbos de ação que dão sentido à vida. A felicidade não é o ontem, nem o amanhã, é o agora. Muitos podem não concordar, mas como disse, a felicidade é de cada um.

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  26. Prezada Fran
    a doutrina espirita nos ensina a perceber que viemos aqui com propósitos de resgate/ aprendizagem, o que nos dá a consciencia de que não estamos aqui somente pra viver num mar de rosas, comer pipocas e viver em Holliwood.Gostei muito das suas palavras porque nos coloca a caminho da ideia real da vida não só material mas espiritual. O que vivemos aqui não termina mesmo. Obrigada pelo seu ensinamento.

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  27. Como são esclarecedores os seus artigos! Muitas vezes estou a relê-los. Confesso que a busca pela felicidade era um ítem que não saía dos meus pensamentos! As suas palavras me “forçam” a rever idéias que eu acreditava serem absolutas! Obrigado!

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  28. Parabens Fran,sabias palavras e sabendo que teu coração pertence ao Senhor ,sei de onde veio a inspiração,Teus artigos tem me ajudado muito e fico feliz só em pensar que precisamos de tão pouco para nos realizar.Gostaria de ter coragem para fazer tudo que preciso para ser feliz,mas as vezes temos que abrir mão de coisas e pessoas que nos são preciosas.Mas ja sou feliz em saber que posso abrir mão de somhos para fazer outros felizes.

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  29. Clareza, lucidez, maturidade é o que traduz teu artigo. Sempre abordo esse tema em minhas aulas, Fran. E é assim que acabamos sendo agentes de mudança.
    Como disse a leitora acima: muito massa! Abraço a vc.

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  30. Paz de espírito é relativo, da mesma forma que uns buscam essa paz perseguindo um objetivo, outros a sentem abrindo mão de qualquer pressão. Pra uns a paz vem da esperança de uma vida melhor, uma perspectiva, e se alguém não concorda ou não entende a vida assim não pode censurar o outro. Cada um é cada um, essa intolerância faz com que o branco violente o negro, que o hetero descrimine o gay, que o homem inferiorize a mulher, que o cristão condene o pagão. Não perca tempo entendendo o outro, só o aceite.

    (para quem acha isso é mais um mimimi de um resentido, sou homem,hetero e cristão)

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  31. Olá Fran,

    concordo quando explica que não devemos buscar a felicidade por meio de objetivos como casar, ter um carro etc.
    Em verdade com a ideia eu concordo plenamente…rsrs
    Mas, será que ser feliz se restrige somente a tais aspectos? compreendo a felicidade com o caminho e não como o fim. Assim, uma espécia de paz interior, tranquilidade, calma e auto-realização.
    Neste sentido penso que é correto buscar ser feliz, pois seria priorizar a construção de maturidade, autonomia, pertencimento e humildade. Inclusive avalio a explicação que vc fez de buscar ser feliz, como sendo: buscar TER felicidade, e isso realmente é inviável, é ser superficial, e assim medíocre.

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  32. gostei do texto por adicionar informações a um assunto que tem me interessado ultimamente que são artigos da cabala. esclarece detalhes que os artigos cabalisticos nao revelam.

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